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Archive for maio \31\UTC 2011

Federação de trabalhadores rurais denuncia nova ‘lista da morte’ no Pará
Entidade afirma que um sindicalista, um agricultor e dois vereadores sofrem ameaças de madeireiros e fazendeiros; polícia diz desconhecer o caso
31 de maio de 2011 | 17h 13

Carlos Mendes, especial para O Estado

BELÉM – Um sindicalista, um agricultor e dois vereadores de Nova Ipixuna, no sudeste do Pará, seriam os novos integrantes de uma lista de marcados para morrer na região, segundo denúncia feita nesta terça-feira, 31, pela Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetagri). A entidade afirma que madeireiros e fazendeiros disseminaram um “clima de terror” no assentamento Praialta/Piranheira, onde foi mortos a tiros o casal de ambientalistas José Cláudio Ribeiro da Silva e Maria do Espírito Santo, na última terça-feira, 24, e no sábado, 28, o agricultor Erenilton Pereira dos Santos.

Veja também:
linkRepórter relata situação em Nova Ipixuna

A polícia mantém vinte homens na região e recebeu ajuda da Polícia Federal, por ordem do Ministério da Justiça. Segundo a Fetagri, os quatro ameaçados de morte seriam o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Nova Ipixuna, Eduardo Rodrigues da Silva; o presidente da Associação do Assentamento Praialta/Piranheira, Osmar Cruz Lima, além dos vereadores do município, os petistas João Batista Delmondes e Valdemir de Jesus Ferreira. Eles entraram na relação por denunciarem grilagem de terras e extração ilegal de madeira.

A polícia diz desconhecer as ameaças e garante que nenhum dos citados pela federação procurou a delegacia local para comunicar o fato.

O vereador João Batista nega fazer parte da lista, embora admita que durante um período de sua vida em que morou em Marabá, sofreu “ameaças de morte”. Para o coordenador da Fetagri, Francisco Solidade, a lista foi encaminhada aos órgãos policiais, mas “ninguém tomou providências” para dar proteção aos ameaçados. Solidade acrescenta que outras lideranças da região também estariam recebendo avisos, recados e telefonemas anônimos para parar de denunciar crimes ambientais ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

“As famílias do assentamento estão apavoradas e nem dormem mais direito. Quando aparece alguém de carro ou motocicleta na comunidade, elas pensam logo que se trata de pistoleiros armados para matar”, disse Solidade. Por conta das ameaças, Eduardo Rodrigues foi aconselhado a sair por uns tempos do assentamento. Ele estaria protegido por amigos em Marabá.

Devastação. Fiscais do Ibama e agentes da Polícia Federal, durante operação realizada no sábado, no assentamento Praialta/Piranheira, comprovaram um cenário de devastação de espécies nobres de madeira, como angelim, ipê roxo, ipê amarelo e castanheira, árvore cujo corte é proibido por lei em razão de correr risco de extinção. Com o apoio de um helicóptero, eles localizaram extensas áreas de floresta desmatadas para a retirada ilegal de madeira.

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Marta Bellini….

Logo de manhã, ouço a rádio CBN nacional. Ouço o senATOR Jose SIR Ney, do Maranhão, o estado mais miserável do país junto com o Piauí (na décade de 1970 falava-se em unir esses dois estados e teríamos o PIORÃO). O senATOR Sir Ney, ou Sarney para os íntimos, reinaugurou o túnel do tempo da CASA, ou sejam, do Senado. Nesse túnel ou buraco há uma decoração histórica do Braziu. Decoração mesmo! No decór sarneiano vê-se auto elogios e, pasmem, omissão do impeachment de Collor, em 1992. Historiador Sarney disse que não foi omissão, afinal o impechment foi algo “sem importância”, não foi marcante (ASPAS). O historiador Sarney, também escritor de Marimbondos de Fogo, o sensacional romance do acadêmico de Letras, omitiu a cassação de Luiz Estevão, em 2001 e as inúmeras CPIs. Depois de Marimbondos de Fogo ele escreverá o Buraco das Cinzas ou Túnel dos cegos.

O único problema que não consigo resolver em meu íntimo é o ESCÁRNIO. Como nossos políticos são caras de pau!

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Reinaugurado por Sarney, túnel do tempo no Senado omite impeachment de Collor

por André Mascarenhas

30.maio.2011 18:37:36

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Rosa Costa e Andréa Jubé, de O Estado de S.Paulo

BRASÍLIA – Reinaugurado com pompa pelo presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), o “túnel do tempo” da Casa – como é chamado o corredor que liga o plenário a gabinetes de senadores – traz agora uma decoração que “reescreve” a história da instituição, omitindo fatos e bajulando o próprio Sarney.

Os painéis com os principais momentos da instituição, dos primeiros anos da independência do Brasil até o ano passado, não fazem referência, por exemplo, ao impeachment, em 1992, do então presidente da República e hoje senador Fernando Collor, e nem tampouco à cassação do ex-senador Luiz Estevão (DF), em 2001. As CPIs que marcaram a atuação da Casa também ficaram de fora.

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A linha do tempo do Senado; no detalhe, o ano de 1992, em que ocorreu o impeachment de Collor

Com relação às propostas de maior relevância aprovadas pelo Senado, foi destacado um projeto de Sarney de 1996 que assegura tratamento gratuito aos portadores de Aids. Foi omitido, porém, o avanço da proposta do então senador Nelson Carneiro (do Rio de Janeiro, falecido em 1996) que, em 1977, instituiu o divórcio no País.

José Sarney é ainda homenageado com a publicação de foto em que ele aparece jurando a Constituição, no lugar do presidente Tancredo Neves, eleitos pelo colégio eleitoral. Para Sarney, o impeachment de seu antigo desafeto e hoje aliado, Fernando Collor, “não é marcante”. “Olha, eu não posso censurar os historiadores encarregados de fazer a história, talvez esse episódio seja apenas um acidente que não devia ter acontecido na história do Brasil”, alegou. “Mas não é tão marcante como foram os fatos que aqui estão contados, que foram os que construíram a história, e não os que de certo modo não deviam ter acontecido. O que vale é que nós temos uma Constituição, sempre nos organizamos em torno da lei”, declarou.

O painel com as principais propostas aprovadas pela Casa faz referência à extensão da licença-maternidade para 180 dias, passando a ideia de se tratar de uma medida obrigatória para todas as mães, e não apenas para funcionários do serviço público, dependendo de negociação na iniciativa privada. Cita também a Lei da Ficha Limpa, decorrente de uma proposta de iniciativa popular.

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