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Archive for junho \30\UTC 2011

CBN Campinas

Entrevista

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Entrevista – 30/06/2011

‘Defesa de Hélio deveria ser mais sólida’, afirma professor de Ética e Filosofia
O entrevistado é Roberto Romano – Professor de Ética e Filosofia da Unicamp

O prefeito de Campinas, Hélio de Oliveira Santos, acredita na inocência da primeira-dama quanto às denúncias do Ministério Público. Ele também afirmou que se sente responsável pelos ex-secretários municipais citados no relatório da promotoria.

Durante o depoimento, que durou quase 3 horas, o prefeito se defendeu das acusações de lobby com os marqueteiros e em determinado momento chegou a chamar o ex-presidente da Sanasa, Luiz Aquino, de “homem-bomba”.

No período da tarde, foi a vez das testemunhas de acusação e defesa do prefeito falarem. Além de Luiz Augusto Catrillon de Aquino, os destaques foram Luiz Yabiku e Ilário Bocaletto.

Para o vereador Arthur Orsi, os depoimentos foram muito contundentes, com exceção da do prefeito, que segundo ele foi de “deboche”.

Rosana Lee

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Marta Bellini…

quarta-feira, 8 de junho de 2011
Macunaímas …

Vejo noticiário diariamente. Apenas por hábito ou para criticar os jornais e os jornalistas. Na CBN, de manhã, falam Miriam Leitão, o Sardenberg … Na hora do almoço eles falam novamente, na TV. E a gente ouve tudo outra vez. A noite, idem. Quem aguenta?

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CBN 08/06/2011

quarta-feira, 08/06/2011

‘Gerenciamento do governo em relação ao caso Palocci foi extremamente desastrado’

cbn

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Uol noticias

07/06/2011 – 21h00Saída de Palocci não encerra crise, e futuro de Gleisi não é muito promissor, diz Romano
A saída do ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, não encerra a crise no governo de Dilma Rousseff, ressaltou o cientista político Roberto Romano, professor de ética da Unicamp, em entrevista ao UOL Notícias. ?Não vai ficar tudo bem. A casa…

http://noticias.uol.com.br/politica/2011/06/07/saida-de-palocci-nao-encerra-crise-e-futuro-de-gleise-nao-e-muito-promissor-diz-romano.jhtm

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O Globo

Crise no governo
Especialistas dizem que fragilidade do governo foi exposta com crise de Palocci

Publicada em 07/06/2011 às 23h39m
Flávio Freire

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A presidente Dilma Rousseff e o ex-ministro Palocci em foto de Gustavo Miranda

SÃO PAULO – A crise que resultou na demissão do ministro Antonio Palocci expôs não só a fragilidade interna do governo Dilma Rousseff como pôs em xeque a autoridade política da presidente, segundo cientistas políticos ouvidos pelo GLOBO. A saída de Palocci, segundo eles, está longe de criar uma situação confortável para o governo, que perdeu um dos seus principais interlocutores com o empresariado brasileiro. Além disso, a análise é de que a ministra Gleisi Hoffmann, que assume a Casa Civil, terá de ganhar também maior poder de articulação com o Congresso.

MIRIAM LEITÃO: Saída de Palocci reduz pressão

ADRIANA VASCONCELOS: O perfil da nova ministra da Casa Civil

MERVAL PEREIRA: Palocci perdeu a credibilidade

NOBLAT: Como será o governo Dilma daqui em diante?

A queda de Palocci foi provocada pelas denúncias de que o seu patrimônio pessoal aumentou em 20 vezes desde 2006. O ex-ministro informou que atuava como consultor, mas negou-se a divulgar os nomes de seus clientes.

Para o historiador e professor do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal de São Carlos Marco Antonio Villa, a crise envolvendo Palocci desgastou a figura de Dilma, que não mostrou autoridade. Ou pior, na análise dele: a crise mostrou que a autoridade dela é frágil.

– A crise se arrastou por muito tempo. Ela mostrou que depende de Lula ou do ministro para tomar decisão – disse Villa, para quem a crise expôs algo muito prejudicial a um governo: a fragilidade interna.

– A Dilma não tinha enfrentado nenhum problema até agora, e logo na primeira crise mostra que não teve autoridade para resolver a situação.

Ainda segundo ele, a nomeação da senadora Gleisi Hoffmann traz à tona outro problema: a falta de renovação dos quadros do PT.

– Quando o que se sabe da nova ministra é que ela é mulher de alguém, isso é perigoso. O PT mostrou que não tem renovação de seus quadros.

Também para o coordenador do Centro de Pesquisas e Análises de Comunicação (Cepac), Rubens Figueiredo, a sobrevida de Palocci nas últimas semanas colocou em xeque a credibilidade do governo. Ele ainda considera que a entrada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no cenário de crise deu ideia de que se trata de um governo sem comando.

– A sobrevida de Palocci custou muito para o governo, principalmente em questão de credibilidade. E a participação de Lula nesse episódio passou a ideia de que o governo de Dilma não tem comando – disse ele, para quem as explicações dadas por Palocci, na entrevista ao “Jornal Nacional” de sexta-feira, são consideradas o “anticlímax” para uma eventual solução da crise. A entrevista criou uma expectativa muito grande e teve uma frustração no mesmo tamanho.

Governo estaria perdendo uma ponte com empresariado

Para o professor de Ética e Filosofia da Universidade de Campinas (Unicamp) Roberto Romano, a posição de Palocci levou o governo a uma fraqueza muito grande. Mas, para ele, o problema maior está por vir, já que Palocci era a ponte do governo com o empresariado. Talvez por isso, segundo Romano, Palocci resistiu tanto no cargo.

– O Palocci significava no governo a garantia (do apoio) dos empresários, e isso faz um governo petista pensar dez vezes antes de tirar alguém como ele do governo – diz Romano.

Romano também disse que a entrada de Lula na crise é prejudicial demais para Dilma, que mostra ser uma governante tutelada pelo ex-presidente.

– A ajuda imprudente do Lula deixa a suspeita de que a presidente é tutelada. Ou ela é autoridade máxima ou não é.

Para ele, não havia outra alternativa a Palocci senão deixar o governo, já que não conseguiu se explicar na entrevista que deu ao “Jornal Nacional” de sexta passada.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/mat/2011/06/07/especialistas-dizem-que-fragilidade-do-governo-foi-exposta-com-crise-de-palocci-924636781.asp#ixzz1OfuFtrMV
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02/06/2011 – 17h35
Baleado, lavrador é socorrido, mas é assassinado a caminho do hospital no Pará
Guilherme Balza
Do UOL Notícias*
Em São Paulo

A Polícia Civil do Pará identificou o lavrador em Eldorado dos Carajás, sudeste do Pará: trata-se de Marcos Gomes da Silva, 33, natural do Maranhão. Segundo o boletim de ocorrência, ele foi assassinado por volta das 21h desta quarta-feira (1º) em uma estrada que liga a zona rural à sede do município, quando era levado para o hospital por um amigo. Silva já havia sido baleado algum tempo antes da execução.

O boletim de ocorrência foi registrado por Dejesus Martins Araújo, vizinho de Silva e que transportava a vítima para o hospital. De acordo com ele, seu carro foi interceptado por dois homens armados, que teriam exigido que Araújo corresse para não ser morto, ele obedeceu aos criminosos, mas Silva acabou sendo morto no local.

De acordo com o depoimento, Araújo retornou ao local somente na manhã desta quinta-feira (2), quando viu o corpo do vizinho e avisou as autoridades policiais. O inquérito está sendo presidido pelo delegado de Eldorado dos Carajás, Elias Jorge de Carvalho, que está no local onde o crime ocorreu realizando um levantamento da área.

Segundo a Polícia Civil, o corpo da vítima está no IML (Instituto Médico Legal) de Marabá (PA). O superintendente regional do sudeste paraense, delegado Alberto Henrique Teixeira, está no local e aguarda a chegada de familiares da vítima para obter mais informações sobre o lavrador.

É a quinta morte de camponeses na região norte em menos de dez dias, a quarta no sudeste paraense. Na semana passada, três mortes ocorreram em Nova Ipixuna (a 625 km de Belém), no sudeste paraense: o casal de castanheiros José Cláudio Ribeiro da Silva, 52, e Maria do Espírito Santo da Silva, 50, ativistas que denunciavam a ação ilegal de madeireiros, foi executado na terça-feira (24); no domingo (29), foi encontrado o corpo de Eremilton Pereira dos Santos, 25, que morava no mesmo assentamento do casal.
Estado de Carajás seria o mais violento do país

Arte UOL

Após autorização do Congresso Nacional, a população do Pará será consultada, no segundo semestre deste ano, sobre a criação dos Estados de Carajás e Tapajós, que ocupariam, respectivamente, as porções leste e sudeste do território paraense atual. Se a criação for aprovada, Carajás nascerá com uma marca negativa: será o Estado com o maior índice de homicídios do país. Nenhum outro país do mundo, inclusive, apresenta um índice tão elevado de mortes.

Leia a reportagem completa

Na sexta-feira (27), a vítima foi Adelino Ramos, o Dinho, liderança do Movimento Camponês Corumbiara (MCC), assassinado enquanto vendia verduras em Vista Alegre do Abunã, distrito de Porto Velho (RO). Dinho foi um dos sobreviventes do massacre de Corumbiara –ocorrido em agosto de 1995, no qual pelo menos 12 pessoas morreram nas mãos de pistoleiros e PMs– e também denunciava a atuação de madeireiros.

O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, disse hoje (2) que o governo deve tomar “medidas mais duras” para enfrentar a violência no campo na Amazônia. Na última semana, quatro lideranças camponesas da região foram assassinadas.

“Fiquei sabendo, agora há pouco, que morreu mais um agricultor em Eldorado dos Carajás [PA], que é uma região simbólica”, contou Carvalho, pouco antes de dirigir-se à reunião com a presidenta Dilma Rousseff, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e os governadores do Pará, Simão Jatene, de Rondônia, Confúcio Moura, e do Amazonas, Omar Aziz. Os três estados foram palco de conflitos agrários recentes.

“Já tomamos uma série de medidas para tentar conter a violência na região, mas, ao que tudo indica, vamos ter que tomar medidas mais duras”. Carvalho deu as declarações depois de fazer a abertura da reunião do governo com as centrais sindicais sobre o fator previdenciário.
Massacre de Carajás

Em 17 abril de 1996, Eldorado dos Carajás foi cenário do massacre de 19 sem-terra que protestavam na rodovia PA-150. O episódio completou 15 anos, com os dois únicos condenados pelas mortes –o coronel Mário Collares Pantoja e o major José Maria Pereira– em liberdade. Pelo menos 154 policiais estavam envolvidos com o massacre.

Boa parte dos sobreviventes e testemunhas do massacre vive hoje no Assentamento 17 de Abril, que fica na fazenda Macaxeira, a mesma ocupada em abril de 1996. Segundo o MST, cerca de 6.000 pessoas moram no local, “uma das maiores agrovilas do país”. A reportagem entrou em contato com militantes do MST no Pará, mas nenhum deles sabia da morte de Marcos.
Veja onde os camponeses foram mortos

Visualizar Camponeses assassinados em um mapa maior

Clique nas indicações para ver detalhes sobre as mortes

*Com informações da Agência Brasil

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